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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

lançamento da segunda edição de "quando nasce um romance", edição ilustrada






Prefácio
Em julho de 2013. Comecei a escrever essa Novela, na época morava em frente a uma praça. Naquela manhã por volta das 10 horas, eu estava exatamente como agora, olhando para o monitor do computador e pensando.
O barulho da rua incomodando.
Tinha muito barulho naquele dia. Um grupo de funcionários da prefeitura fazia a limpeza da praça e a poda das árvores. Era uma agitação de felicidade e descontração. Fechei a janela que dava para a praça, na tentativa de entrar no clima da história que ainda não sabia exatamente qual seria.
Passado uns vinte minutos, escutei o som de dois disparos de arma de fogo.
Na sequencia alguns gritos, o som de pessoas correndo, uma viatura da policia chegou alguns minutos depois.
Pelo barulho percebi que tinha se formado uma aglomeração de pessoas na praça.
Continuei mantendo o foco na tela em branco do computador.
Com as horas passando, o grupo se acalmou, e a vida voltou ao normal.
Consegui escrever as primeiras 10 páginas e sai para fumar um cigarro caminhando pela praça.
Um senhor me parou no meio da minha caminhada e relatou o que tinha acontecido mais sedo. Não lembro com exatidão o que ele relatou. Mas parece que um policial que estava defolga naquela manhã, perseguiu um assaltante e fez alguns disparos. Sendo que um daqueles disparos atingiu o bandido e o matou. Tudo acontecendo ali na praça. E a praça cheia de pessoas que estavam aproveitando o sol da manhã para caminhar e as que faziam a manutenção do local. E tudo acontecendo a menos de trinta metros da minha janela.
Terminei o cigarro e voltei para continuar escrevendo, como se nada tivesse acontecido. Fez-me lembrar de um livro “Nada de novo no front”.
A vida continuou, terminei de escrever a novela e publicar.
Um mês depois de ter publicado a primeira edição. Estava limpando a calha da minha casa e encontrei um projétil pequeno. A bala tinha acertado o cimento que juntava as telhas, e depois caiu na calha. Estava amassada por causa do impacto. Dei uma boa olhada e depois joguei no lixo. E essa é a historia que não tem nada ver com a novela. Mas foi assim que tudo começou...

A novela foi ambientada na cidade de Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul – Brasil. E conta a historia de um grupo de personagens boêmios e marginais. Que na maioria das vezes se encontra a margem da sociedade.
 Eles próprios formam uma sociedade paralela. Onde os valores habituais são naturalmente contestáveis. Existe um código de ética próprio do grupo.
E quem vai aos poucos explicando e mostrando este mundo é o escritor Jeux. É o dia a dia dele e de sua turma que você vai encontrar nestas páginas.

O mais importante antes de começar a leitura propriamente dita. É conhecer um pouco do estilo e influencia que estrutura e amarra o enredo.
É uma novela tipicamente underground.
 Apenas para dar uma ideia, underground significa subterrâneo, em português, e é usado para chamar uma cultura que foge dos padrões normais e conhecidos pela sociedade.
Isto me faz lembra. Um mito grego, a respeito da primeira mulher que chegou a terra e com ela a origem de todas as tragédias humanas. É que ela ganhou de presente dos deuses uma caixa cheia de itens, cada item pior do que o outro. Apenas um item bom naquela caixa – a esperança.
Vou lhe deixar a caixa de pandora, e você pode dar uma volta por este ambiente, que normalmente é chamado de cena underground.
Com estes camaradas que tem um estilo beat, e levam a vida como num film noir ‘filme negro’.
No final a gente se encontra e vamos conversar, sobre as camadas desse jogo.
Mas deixo a dica:
Novela underground (beat; film noir, romance noir)
Não posso falar mais, se não perde a graça. Boa leitura e nos vemos mais tarde. 
Röhrig C.

30/06/2015-Pelotas/RS

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